Um agente que impressiona na demo e falha em produção não é um agente — é um protótipo caro.
A maioria dos "agentes" para por aí: respondem bem numa demonstração controlada e desmontam no primeiro caso de borda real. O problema raramente é o modelo — é a engenharia ao redor dele: orquestração, ferramentas confiáveis, limites de ação, observabilidade e recuperação de erro. É exatamente essa camada que define se um agente vira sistema de produção ou fica preso no laboratório.

